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Tag : Eletrobras


A liminar obtida pela Abrace referente às indenizações de ativos antigos de transmissão pode ter efeitos significativos sobre duas grandes transmissoras, Eletrobras e Cteep. A estatal elétrica pode deixar de pagar dividendos aos acionistas referente ao lucro de 2016. Já a Cteep vê com receio o aumento da insegurança jurídica, o que pode afetar seu interesse no próximo leilão de transmissão.

 

Fonte: Valor Econômico

A Eletrobras e suas subsidiárias voltarão a participar de leilões de geração e transmissão de energia a partir do próximo ano e poderão, inclusive, em alguns casos, atuar como majoritária, afirmou ontem Wilson Ferreira Júnior, presidente da estatal, em evento de comemoração dos 60 anos de Furnas.

 

Fonte: O Globo

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., disse ontem que a empresa quer retomar a participação ativa em leilões a partir de 2018. Segundo o executivo, ainda é cedo para saber o tipo de participação da estatal, mas adiantou que “não faz sentido entrar sozinho, do ponto de vista empresarial”, o que significa que a empresa terá sócios.

 

Fonte: Valor Econômico

A Eletrobras deve participar do leilão de descontratação de reserva que deve acontecer nos próximos meses, principalmente com projetos de Furnas, disse na sexta-­feira Wilson Ferreira Jr., presidente da estatal, depois de participar de evento com investidores e analistas promovido pela Apimec. No mesmo dia, o presidente Michel Temer publicou um decreto estabelecendo as diretrizes para a realização da disputa.

 

Fonte: Valor Econômico

A Eletrobras vai apresentar em até 15 dias, à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os documentos que sustentam a posição da companhia de que tem direito a receber recursos do fundo setorial para custear o uso de combustível para geração termelétrica no Norte.

 

Fonte: Valor Econômico

Após quatro anos seguidos de prejuízos, que provocaram uma perda acumulada de R$ 30,5 bilhões, a Eletrobras fechou 2016 com lucro líquido de R$ 3,426 bilhões. As demonstrações financeiras indicam o chamado “turning point” (momento de virada) da companhia, evidenciado pelo presidente Wilson Ferreira Jr. em seu comentário sobre os números do ano passado, mas o resultado inspira cuidados principalmente por dois motivos: as indenizações por investimentos não depreciados em ativos de transmissão e eventuais impactos das ações da Operação Lava-­Jato.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo federal vai indicar os nomes do consultor Claudio Frischtak e do subsecretário para Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda, Ariosto Culau, para o conselho de administração da Eletrobras. Seus nomes serão apreciados em assembleia geral ordinária (AGO) marcada para 28 de abril. Na ocasião, o governo também pretende indicar Elena Landau, que já faz parte do conselho, para a presidência do colegiado, no lugar de José Luiz Alquéres, que apresentou ontem carta conjunta com a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, e o engenheiro Mozart Siqueira, manifestando o interesse de não serem reconduzidos nos cargos.

 

Fonte: Valor Econômico

A Taesa, transmissora de energia que tem a mineira Cemig e o FIP Coliseu entre seus controladores, vê “excelente oportunidade” de aquisição das linhas de transmissão da Eletrobras, no âmbito do plano de venda de ativos da estatal elétrica, de R$ 4,6 bilhões este ano. Segundo o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da companhia, Marcus Aucélio, a Taesa também avalia oportunidades de aquisição de ativos das espanholas Abengoa e Isolux no Brasil.

 

Fonte: Valor Econômico

A Eletrosul, subsidiária da Eletrobras, pode fechar nesta semana a transferência de participação em um conjunto de projetos de transmissão de energia na região Sul para a chinesa Shanghai Electric. Os empreendimentos, que envolvem 2 mil quilômetros de linhas de transmissão e oito subestações, vão exigir investimentos de cerca de R$ 3 bilhões.

Fonte: Valor Econômico

O conselho de administração da Eletrobras deu aval para a indicação do nome de Luiz Fernando Vianna para assumir a diretoria­geral da Itaipu Binacional, empresa responsável pela hidrelétrica de Itaipu, na fronteira com o Paraguai. Com longo histórico no setor elétrico, Vianna é atualmente presidente da estatal elétrica paranaense Copel.

 

Fonte: Valor Econômico

As distribuidoras Amazonas Energia, Boa Vista, Ceron e Eletroacre, subsidiárias da Eletrobras, podem sofrer prejuízos da ordem de R$ 15 bilhões devido ao orçamento aprovado recentemente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), alegou a própria estatal elétrica em um recurso ajuizado na semana passada, segundo um documento ao qual o Valor teve acesso.

 

Fonte: Valor Econômico

A venda do bloco de controle da Norte Energia, 50,02%, planejada pelos acionistas privados da empresa, concessionária da hidrelétrica de Belo Monte, depende da anuência da estatal Eletrobras. Junto com suas subsidiárias, é dona de 49,98% de Belo Monte.

 

Fonte: Valor Econômico

A Eletrobras vai “carimbar” os recursos relativos às indenizações por investimentos feitos em ativos antigos de transmissão ainda não amortizados previstos para entrar no caixa da empresa, pelos próximos oito anos, a partir de julho de 2017, no total de cerca de R$ 17,7 bilhões. Por se tratar de recursos temporários, o objetivo da empresa é destinar esse montante para investimentos futuros, após a companhia se reequilibrar do ponto de vista econômico-financeiro.

 

Fonte: Valor Econômico

Maior geradora de energia do país, com um parque de mais de 10 mil megawatts (MW) de capacidade instalada, a Chesf, braço da Eletrobras com forte atuação no Nordeste, possui um conjunto de empreendimentos que poderão ser vendidos a partir deste ano. Segundo o novo presidente da companhia, Sinval Gama, esse grupo de ativos envolve participações parciais ou integrais em usinas hidrelétricas, eólicas e solares e linhas de transmissão.

 

Fonte: Valor Econômico