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Tag : distribuidoras


A antecipação para até maio da correção do cálculo das tarifas de energia para compensar o consumidor pelo valor de R$ 1,8 bilhão cobrado a mais em 2016, pela contratação de energia da usina nuclear de Angra 3, não terá impacto para as distribuidoras de energia. A avaliação é do presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite.

 

Fonte: Valor Econômico

A retração na demanda por energia no mercado cativo, em parte por causa da migração de consumidores para o ambiente de contratação livre, pressionou os resultados das distribuidoras em 2016 e deve continuar sendo fonte de preocupação neste ano. Um levantamento feito pelo Valor com os dados operacionais de sete grandes concessionárias de distribuição de energia ­ Light, Copel, Neoenergia, Energisa, Eletropaulo, EDP Energias do Brasil e Equatorial ­ mostra que o consumo de energia no mercado cativo caiu, em média, 3,6% no ano passado.

 

Fonte: Valor Econômico

O número de apagões no país caiu cerca de 13% nos últimos sete anos, porém, a duração das interrupções no fornecimento de energia aumentou aproximadamente 12%, de acordo com levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre 2008 e 2015.

 

Fonte: Valor Econômico

Um texto incluído na Medida Provisória (MP) 735 para facilitar a privatização das distribuidoras da Eletrobras pode ajudar também o Estado de São Paulo a ter sucesso na sua quarta tentativa de venda da Companhia Energética de São Paulo (Cesp). 

 

Fonte: Valor Econômico

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) avalia flexibilizar a exigência de cumprimento de metas de qualidade do serviço das distribuidoras fluminenses Light e Ampla. Segundo Tiago de Barros Correia, diretor da agência reguladora, a medida em estudo é motivada pela crise fiscal do governo do Rio de Janeiro, que tem comprometido a garantia de condições de segurança para as distribuidoras atenderem regiões de maior complexidade devido à violência.

 

Fonte: Valor Econômico

Entre as distribuidoras de gás natural em São Paulo, a percepção é que o plano de investimentos apresentado pelo governo paulista, no horizonte até 2029, é “agressivo” e que, para ser viabilizado, precisa de sinais regulatórios positivos. As companhias pedem previsibilidade sobre a renovação das concessões, que se encerram ao fim da próxima década, e questionam também as mudanças propostas pelo órgão regulador na metodologia de valoração da base de ativos da concessão. 

 

Fonte: Valor Econômico (trecho de reportagem)

O sucesso do leilão da Celg Distribuição (Celg D), vencido ontem pela Enel, pode ser considerado uma vitória para o governo de Michel Temer, mas também destacou os desafios que a Eletrobras terá na privatização das outras seis distribuidoras do grupo. 

 

Fonte: Valor Econômico

De uma tacada só, o governo pretende reduzir em 1,4 mil megawatts (MW) médios a garantia física das usinas hidrelétricas em funcionamento no país, fazendo a capacidade formal de geração encolher 3,2%. A mudança mexe com contratos bilionários firmados entre geradoras e distribuidoras para o suprimento de energia. 

 

Fonte: Valor Econômico

Limpa e econômica, a micro e minigeração distribuída (GD) a partir de fonte solar fotovoltaica também pode causar efeito perverso para o sistema de distribuição de energia. O uso intensivo dessa tecnologia, cujo número de projetos instalados cresceu mais de 300% em menos de um ano no país, pode penalizar as distribuidoras de energia e os que permanecerem na base de clientes dessas empresas

 

Fonte: Valor Econômico

Mesmo ciente das dificuldades de caixa da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) negou ontem uma medida cautelar pedida pela Energia Sustentável do Brasil (ESBR), que controla a usina, sobre a inadimplência de distribuidoras de eletricidade que não têm honrado seus compromissos com a geradora.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Com a expectativa da expansão da geração distribuída e da gradual liberação do mercado livre de energia, as distribuidoras precisarão reinventar seu modelo de negócio, avalia a Accenture Consulting. Hoje, essas empresas obtêm a maior parte das suas receitas com a venda de energia, mas a tendência é de queda contínua na demanda em suas áreas de concessão. No futuro, o negócio vai ser voltado para a gestão das redes de distribuição e prestação de outros serviços, como de eficiência energética.

 

Fonte: Valor Econômico

As distribuidoras devem terminar 2016 com um nível de sobrecontratação de 104,5%, dentro dos limites regulatórios. O cenário, muito melhor que os 113,3% de sobrecontratação projetados pela associação no início do ano, foi possível devido às medidas implementadas pelo governo para mitigação do problema, incluindo o Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits (MCSD) de energia nova e negociações bilaterais entre distribuidoras e geradoras.

 

Fonte: Valor Econômico

A usina de Jirau, quarta maior hidrelétrica do Brasil, corre o risco de paralisar suas operações ou até mesmo suspender a continuidade de suas obras por conta de um calote que levou das distribuidoras de energia. O problema de Jirau foi detalhado pela concessionária Energia Sustentável do Brasil (ESBR), em carta enviada na semana passada à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

A Eletrobras tem pressa para “sanear” as distribuidoras de energia do grupo antes de serem privatizadas. A ideia é aproximar a situação operacional das empresas aos parâmetros regulatórios ­ que são remunerados via tarifa ­, para que os valores capturados com a venda sejam maiores, de acordo com Wilson Ferreira Jr, presidente da estatal.

 

Fonte: Valor Econômico

A inadimplência de algumas distribuidoras de energia em relação aos montantes liquidados nas operações do mercado de curto prazo é outra preocupação relevante para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

 

Fonte: Valor Econômico