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Tag : concessão


No primeiro semestre do ano passado, o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) obteve do governo a autorização para renovar sua concessão. O contrato, que venceria em 2023, foi estendido para 2048. Como contrapartida, o TCP irá investir R$ 1,1 bilhão na área.  O novo contrato assinado em 2016 prevê a expansão do terminal para 487 mil metros quadrados, incluindo a construção de um novo cais público de 220 metros de extensão. Ao todo, o TCP deverá somar 1.099 metros de cais público.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Discutida entre integrantes da cúpula do governo desde meados do ano passado, a medida provisória com regras para intervenção nas concessões deverá ser publicada amanhã. O texto visa alterar a legislação de recuperação judicial, autorizando intervenção em casos de concessão, autorização e permissão. Atualmente, a Lei de Recuperação Judicial só permite intervenção nos serviços prestados em regime público (concessão).

Fonte: O Estado de S. Paulo

A adoção de um novo modelo de saneamento na cidade de Vitória pode resultar em um investimento de até R$ 3,18 bilhões por parte da nova concessionária ou empresa que ganhar o direito o processo de licitação. É o que projeta o pré-estudo sobre o sistema de água e esgoto da capital, já entregue e aprovado pelo conselho gestor de parcerias público-privadas (PPP) da Companhia de Desenvolvimento de Vitória.

Fonte: G1
 

O governo de São Paulo, controlador da Cesp, está negociando com a União a utilização de um dispositivo da Lei 9.074/95 (Lei das Privatizações) para antecipar a renovação da concessão da usina de Porto Primavera ­- que vence em 2028. O objetivo é aumentar o valor da estatal no processo de privatização, garantindo que a quarta tentativa de venda seja bem-­sucedida. A decisão final, porém, depende de uma avaliação financeira do modelo do negócio.

 

Fonte: Valor Econômico

Após uma primeira rodada de leilão de aeroportos no escopo do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) do governo federal considerada “bem-­sucedida, o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, terá uma lista de mais de dez ativos a serem leiloados nas próximas rodadas para aprovar, segundo o secretário de Aviação Civil, Dario Rais Lopes. Os projetos, disse, devem ser levados ao ministro até o fim deste mês. O que for aprovado deverá passar pelo processo de habilitação no PPI.

 

Fonte: Valor Econômico

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou nesta terça-­feira (21) que o governo estuda privatizar pelo menos mais 10 aeroportos de menor porte, entre eles Goiânia, Vitória e Recife. De acordo com Oliveira, a ideia é que Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Manaus (AM) e Curitiba (PR), aeroportos de boa rentabilidade e que podem ajudar na reestruturação da Infraero, fiquem com a estatal, mas ainda não há decisão tomada.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Considerado um teste para o atual governo, o leilão de ontem foi um alívio para o ministro Wellington Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, que vinha sendo pressionado por resultados no programa de concessão. Além do R$ 1,5 bilhão que será pago à vista (o restante será pago após carência
de cinco anos), a licitação representará investimentos de R$ 6,6 bilhões nos quatro aeroportos.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

A concessão envolve os aeroportos Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém), Gastão Madeira (Ubatuba), Campo dos Amarais (Campinas), Arthur Siqueira (Bragança Paulista) e Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí). Os três últimos são aeroportos de maior movimentação entre os que operam com aviação executiva e receberam mais de 123 mil pousos e decolagens em 2016.

Fonte: O Globo

Com ágio de 23% sobre o valor mínimo da outorga total, três grupos europeus venceram o leilão de quatro aeroportos (Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis) realizado ontem). Eles vão desembolsar, ao longo do prazo de concessão, R$ 3,72 bilhões, frente aos R$ 3 bilhões previstos inicialmente pelo governo federal. Além disso, terão de fazer investimentos de R$ 6,7 bilhões para aumentar a capacidade dos aeroportos, com obras que vão desde a ampliação de terminais, pátio de aeronaves e estacionamento até a melhora da infraestrutura disponível para o passageiro.

 

Fonte: O Globo

A Abdib considerou o resultado do leilão de concessão de quatro aeroportos na esfera federal  bastante satisfatório. A licitação resultou na atração de novos grupos investidores para o setor de infraestrutura brasileiro, com visão de longo prazo e abrindo perspectivas para a modernização e para a expansão da infraestrutura.


A decisão do governo de deixar de fora a Infraero nesta rodada de concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza foi um atrativo para a chegada dos três grupos europeus que arremataram todos os projetos nesta quinta­-feira (16), sem a presença de sócios brasileiros.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Foi motivo de comemoração para o governo o fato de a concorrência ter sido dominada por gigantes mundiais da operação. Multinacionais que há tempos o governo queria atrair, como a Fraport, e que, dado ao seu portfólio mundial, conseguem eventualmente trabalhar com margens menores ­ algo muito difícil para as brasileiras do setor. Apenas a Zurich já está no país: é sócia da brasileira CCR no aeroporto de Confins.

 

Fonte: Valor Econômico

O modelo paulista, revisado e certificado pelo IFC (órgão do Banco Mundial), tem compartilhamento de risco cambial, cálculo de indenizações, acordo tripartite e outros mecanismos que o aproximam de padrões internacionais e aumentam a segurança de quem investe.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Atropelada pela Lava Jato, pela recessão e pelo aperto de crédito promovido pelo BNDES, a concessão da BR-153 – um trecho de 624,8 km –, da Galvão Engenharia, deve ser cassada pelo governo. Se concretizada, será a primeira punição do tipo aplicada pela ANTT, desde sua criação, em 2001. A rodovia foi leiloada em 2014. Mas o caso da 153, apesar de mais dramático, não é exceção. Todas as seis rodovias concedidas no período enfrentam problemas, principalmente por dificuldades em obter financiamento.

Fonte: O Estado de S. Paulo

A Infraero começou um processo para privatizar seus terminais de carga por dez anos, mas só uma empresa apareceu na concorrência para o primeiro deles, no aeroporto de Goiânia (GO). Para vencer a disputa, a PAC Logística, que opera em Santa Catarina, deu um lance 0,4% acima do mínimo exigido. Com isso, vai poder administrar o terminal do aeroporto goiano pagando um aluguel de R$ 251 mil por mês (o mínimo era R$ 250 mil) após três meses operação.

 

Fonte: Folha de S. Paulo