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Tag : BNDES


O BNDES lançou nesta quarta-feira o edital de pré-qualificação para consórcios interessados em disputar a licitação para contratação de projetos de concessão dos serviços tratamento de água e esgoto da Cedae à iniciativa privada. Esses grupos têm até o dia 21 de junho para entrarem no processo. Os que forem considerados aptos vão se juntar a pouco mais de 20 outros já aprovados em edital de qualificação lançado em novembro de 2016 pelo banco dentro do programa de concessões na área de saneamento básico.

 

Fonte: O Globo

O novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, terá duas missões prioritárias: normalizar a liberação de empréstimos e pacificar o quadro de funcionários, que estava em crise com sua antecessora Maria Sílvia Bastos Marques.

Fonte: Valor Econômico

O BNDES fez questão de frisar ontem que há um conjunto de sinais de curto prazo apontando para perspectiva de melhora no nível da atividade econômica do país. Um desses sinais seria a melhora nas aprovações na linha do Finame. Os dados relativos ao desempenho do primeiro quadrimestre ainda mostram que as consultas ­ainda estão longe de decolar.

 

Fonte: Valor Econômico

O BNDES estuda criar um fundo segurador para projetos de infraestrutura, com o objetivo de mitigar riscos de financiamento de projetos do setor. Segundo ele, a ideia está em estudo e pode ser viabilizada em dois meses em parceria com o Banco Mundial com a criação de um fundo, que terá ainda cotistas privados para dar corpo a esse mecanismo. “Funcionaria como uma fase do financiamento oferecendo uma garantia ‘pré­ completion’ para a fase mais difícil do projeto de infraestrutura [que demanda investimento, mas não gera receita] em caso de algum problema”, explicou Carrasco.

 

Fonte: Valor Econômico

Cerca de 20 anos depois da primeira onda de concessões na área de distribuição de gás natural, ainda na década de 1990, o setor vive a expectativa em torno de uma nova rodada de privatizações. Ao menos nove Estados já manifestaram a intenção de contar com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) na estruturação da venda do controle das companhias estaduais.

Fonte: Valor Econômico

25 de abril. Venilton Tadini, Ralph Lima Terra e Igor Rocha, respectivamente presidente-executivo, vice-presidente-executivo e diretor de Planejamento e Economia da Abdib, participaram de reunião com diretores do BNDES – Claudia Prates (Indústria e Serviço e Indústrias de Base) e Claudio Coutinho (Crédito, Financeira e Internacional) – e profissionais do banco, no Rio de Janeiro, para apresentar detalhes do Plano Nacional de Reindustrialização (PNR) e do Observatório da Infraestrutura, ambas iniciativas da Abdib.


Após duras críticas à atual diretoria do BNDES, a Fiesp enviou carta ao banco com sugestões para mudar políticas da instituição. A nova política operacional do BNDES elevou o custo médio do crédito por causa da redução do limite de financiamento com TJLP. A Fiesp pede que os limites anteriores sejam retomados.

 

Fonte: Valor Econômico 

A mudança assegura que parte do lucro líquido anual do BNDES seja mantido no caixa para dar suporte aos orçamentos da instituição. Pelo estatuto, um percentual mínimo de 25% de dividendos do BNDES será repassado à União, que poderá requerer, além disso, remuneração complementar de mais 35% do resultado. Preserva­-se, assim, 40% do lucro ajustado do banco no exercício do ano anterior. A medida reforça a independência financeira do BNDES, segundo avaliação da própria instituição de fomento.

 

Fonte: Valor Econômico

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lança, na próxima semana, um programa de compartilhamento de garantias em financiamentos de projetos de infraestrutura. O objetivo é facilitar e dar mais agilidade à liberação de recursos para as empresas responsáveis pelas obras. A executiva explicou que esse compartilhamento será válido para a fase de execução das obras.

Fonte: O Globo

O mercado de capitais foi uma das poucas fontes de financiamento a ganhar participação no saldo de dívida das empresas ao longo do ano passado e, segundo especialistas, tem todas as condições de repetir o protagonismo em 2017. Na composição do funding corporativo, a fatia de títulos de crédito emitidos no mercado local não só cresceu como, de modo surpreendente, superou a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pela primeira vez em pelo menos dez anos.

 

Fonte: Valor Econômico

No ano passado, pela primeira vez em uma década, o mercado de capitais superou o BNDES no estoque de financiamento das empresas. O fenômeno deve se repetir neste ano graças a dois fatores: a decisão do governo de reduzir o volume de crédito subsidiado, forçando o BNDES a rever seu papel na economia, e a queda da taxa básica de juros (Selic), que ajuda a tornar mais atraentes os retornos de papéis emitidos por empresas.

 

Fonte: Valor Economico

O BNDES está alterando as exigências para a concessão de novos empréstimos. O banco só vai liberar recursos a partir de agora para empresas que assinarem um termo anticorrupção declarando que a condução de seus negócios segue estritamente a lei. A medida será adotada para todo e qualquer novo financiamento de projetos que envolvam contratos com a administração pública ou parceria com entes públicos, segundo o diretor jurídico da instituição, Marcelo Siqueira.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

AGENDA: BNDES

30/03/2017

30 de março. Empresários da Abdib recebem a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, além de diretores do banco de fomento, para discutir aspectos da política operacional do BNDES e propostas para o financiamento dos investimentos de infraestrutura.


A Vinci Partners foi escolhida pelo BNDES para ser a gestora de um fundo de energia sustentável com patrimônio de R$ 500 milhões e prazo de 15 anos. A ideia é investir em projetos de infraestrutura de baixo carbono por meio do BNDESPar, que participará como cotista com no máximo 50%. O gestor vai analisar e escolher o projetos que tenham rentabilidade. Além da Vinci Partners, que possui R$ 20 bilhões de ativos sob sua administração, outros gestores de peso participaram da seleção, cuja conclusão estava prevista para o fim deste mês.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

“A meta do BNDES é passar de R$ 4 bilhões para R$ 10 bilhões o volume de debêntures (corporativas e de projetos de infraestrutura) em dois anos”, diz Eliane Lustosa, diretora da área de mercado de capitais do banco. “Estamos avançando na estruturação de debêntures nas novas concessões e em fundos de infraestrutura. As debêntures estão na carteira do banco e agora vamos colocar no mercado.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo