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Tag : ativos


A nova versão do plano de desinvestimentos apresentada pela Petrobras e aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) prevê que a estatal divulgue ao mercado todos os atos relativos aos processos de venda de ativos, desde a publicação do inteiro teor do “teaser” (alerta de venda disparado para os potenciais interessados) até a conclusão do projeto. De acordo com acórdão do TCU sobre o tema, a nova versão do plano definiu que a publicidade passa a ser regra para os projetos de venda de ativos, ao contrário do modelo anterior, que determinava o estrito sigilo do processo.

 

Fonte: Valor Econômico

Questionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), a Petrobras trabalha para ajustar os procedimentos para dar continuidade ao seu programa de venda de ativos. A empresa pretende publicar, a partir de agora, editais públicos para os novos processos de venda de ativos, mas sem eliminar a modalidade carta­convite usada até então. Está previsto para hoje, em Brasília, o julgamento do TCU sobre o programa de venda de ativos da estatal.

 

Fonte: Valor Econômico

A Taesa, transmissora de energia que tem a mineira Cemig e o FIP Coliseu entre seus controladores, vê “excelente oportunidade” de aquisição das linhas de transmissão da Eletrobras, no âmbito do plano de venda de ativos da estatal elétrica, de R$ 4,6 bilhões este ano. Segundo o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da companhia, Marcus Aucélio, a Taesa também avalia oportunidades de aquisição de ativos das espanholas Abengoa e Isolux no Brasil.

 

Fonte: Valor Econômico

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil pretende apresentar, possivelmente em abril, uma proposta ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) de mais dez concessões de aeroportos. A ideia é dar continuidade ao processo gradual de privatização de ativos no setor.

 

Fonte: Valor Econômico

A concessionária de infraestrutura EcoRodovias coloca como meta ampliar sua alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda) para o patamar de até 3,5 vezes para disputar novos ativos. O indicador do grupo encerrou setembro em 2,7 vezes.

 

Fonte: Valor Econômico

A queda na taxa de câmbio e a alta do “risco Brasil” foram os principais fatores que levaram a Petrobras a fazer uma nova relevante baixa contábil no valor de seus ativos no terceiro trimestre, desta vez de R$ 15,7 bilhões, segundo o diretor Ivan Monteiro. A principal exceção foi a perda referente à Rnest, de R$ 2,5 bilhões, que se deveu a adiamento de projeto.

 

Fonte: Valor Econômico

 


Após vender a fatia de 66% em Carcará para a norueguesa Statoil, por US$ 2,5 bilhões, a Petrobras está em negociações com uma outra gigante do setor, a francesa Total, para possíveis vendas de ativos e parcerias. Sócias no megaprojeto de Libra, no pré­sal da Bacia de Santos, a petroleira brasileira e a Total assinaram ontem um acordo estratégico para avaliação de oportunidades nas áreas de exploração e produção e no “downstream” (refino e gás e energia), onde a Petrobras estuda um novo modelo para negociar seus ativos de refino e distribuição de combustíveis.

 

Fonte: Valor Econômico

O presidente executivo da Oi, Marco Schroeder, disse ontem que qualquer possível venda de ativos da operadora no Brasil só aconteceria daqui a dois ou três anos, após o equacionamento da dívida da empresa, hoje superior a R$ 65 bilhões. Falando após sua palestra na feira de telecomunicações Futurecom, o executivo frisou que no momento não há negociação em curso para a companhia desmobilizar ativos no país, mas já existem conversas iniciais ­ sem proposta firme ­ a respeito da venda de participações da companhia em operadoras da África e da Ásia.

 

Fonte: Valor Econômico

Depois de oferecer sem sucesso suas térmicas ao mercado, a Petrobras decidiu mudar de estratégia para vender os ativos. A ideia agora é agrupar todas as unidades em uma única empresa, para oferecer depois uma participação a outro investidor. A estatal tem hoje 20 usinas térmicas, com uma capacidade instalada de 6.239 megawatts (MW), de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Um dos principais pilares do plano de negócios da Petrobras, o programa de venda de ativos foi intensificado pela nova administração da estatal, na tentativa de levantar recursos para a acelerar a desalavancagem da companhia até 2018. Ontem, a petroleira anunciou uma nova meta nesse projeto, de US$ 19,5 bilhões para os próximos dois anos, e sinalizou ao mercado que pretende sair integralmente de setores como o de gás liquefeito de petróleo (GLP), biocombustíveis, fertilizantes e até petroquímica.

 

Fonte: Valor Econômico

A Cemig segue com o objetivo de ficar apenas com os ativos em que tenha controle da gestão, mas não vai fazer um “feirão de ativos”, disse na sexta­feira Mauro Borges, presidente da estatal. “A Cemig só ficará com ativos nos quais tenha o controle da gestão, seja dona da companhia. Não somos uma companhia financeira, somos de energia elétrica”, afirmou Borges.

 

Fonte: Valor Econômico

Depois de anos enfrentando sucessivas crises e uma deterioração das condições econômicas, as empresas do setor elétrico colocaram um imenso volume de ativos à venda. Agora, elas competem pelos poucos compradores capitalizados. Levantamento feito pelo Valor mostra que há cerca de 25 mil MW de geração à venda atualmente, por meio de privatizações, reestruturações societárias e vendas de controle. Esse montante é aproximadamente 18% da capacidade de geração total instalada no país. Além disso, há cerca de 24 mil quilômetros de linhas de transmissão no mercado.

 

Fonte: Valor Econômico

A maior parte dos ativos colocados à venda resulta de uma conjuntura de insegurança regulatória que dominou o setor elétrico nos últimos anos. O setor enfrenta uma crise desde 2012, com a publicação da Medida Provisória (MP) 579, que reduziu significativamente as receitas de transmissão e geração de ativos antigos. O cenário foi agravado pela seca severa que afetou o país nos últimos anos, desequilibrando as contas das empresas.

 

Fonte: Valor Econômico

Com um acordo iminente com a Brookfield, para venda da Nova Transportadora do Sudeste (NTS), a Petrobras caminha para alcançar em breve dois terços de sua meta de venda de ativos no biênio 2015­2016, de US$ 15,1 bilhões. A negociação da rede de gasodutos, por US$ 5,2 bilhões, representa para a estatal a entrada no caixa de um montante que equivale a mais que o dobro de todas as operações já anunciadas pela companhia desde o lançamento do atual programa de venda de ativos, no ano passado.

 

Fonte: Valor Econômico

O plano de recuperação judicial apresentado pela Oi na segunda-­feira reativou o movimento de consolidação do mercado brasileiro de telecomunicações, colocado em banho­-maria, em fevereiro, quando a LetterOne, empresa de investimento do bilionário russo Mikhail Fridman, desistiu de mediar a fusão entre Oi e TIM. Agora, a Oi colocou a placa de vende-­se em diversos ativos, inclusive operações móveis, ateando fogo na pólvora de um mercado que costuma atuar em silêncio, nos bastidores.

 

Fonte: Valor Econômico