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O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) tem quatro áreas do pré­ sal para ofertar na 3ª rodada de partilha, em novembro. O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Felipe Kury, confirmou ontem o que o cardápio do leilão inclui Pau Brasil, Peroba, Saturno e Alto de Cabo Frio­ as duas últimas áreas adjacentes e que serão leiloadas separadamente.

 

Fonte: Valor Econômico

A Agência Nacional do petróleo (ANP) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para prorrogar por 30 dias o prazo para se manifestar sobre a nova metodologia de cálculo do preço mínimo do petróleo para fins de pagamentos de royalties e participações especiais. No dia 15 de dezembro do ano passado, o STF determinou que a ANP publicasse até 1º de março a resolução com a fixação dos novos valores.

 

Fonte: O Globo

A produção nacional de petróleo caiu 1,6% em janeiro, na comparação com dezembro, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ao todo, foram produzidos, em média, 2,687 milhões de barris diários no mês, o que representa crescimento de 14,2% em relação a janeiro de 2016. A produção de gás natural totalizou 109,9 milhões de metros cúbicos diários em janeiro, queda de 1,6% em relação a dezembro. Na comparação anual, houve aumento de 13,1%.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo reduziu em cerca de 50%, em média, a exigência de conteúdo local para contratação de equipamentos pela indústria de petróleo na exploração de novas áreas. A nova metodologia valerá para os leilões da Agência Nacional de Petróleo (ANP) previstos para setembro (14.ª rodada) e novembro (3.ª rodada do pré-sal).

 

Fonte: Valor Econômico

O governo não aceitará mais pedidos de “waiver” das empresas que não conseguirem atingir as exigências de conteúdo local nos próximos leilões de petróleo e gás. A falta de regulamentação em torno da “anistia” para esse tipo de descumprimento vinha sendo objeto de pressão do TCU sobre a ANP. Com o fim do “waiver” daqui em diante, e a mudança nos percentuais mínimos obrigatórios, o governo espera dar mais previsibilidade ao setor.

 

Fonte: Valor Econômico

Longe de acordo sobre a mudança nas regras de conteúdo local, o governo tem consenso formado em torno da necessidade de regulamentação do mecanismo de “waiver” para as petroleiras que não cumprem com exigências na aquisição de bens e serviços nacionais. O estoque de multas potenciais pelo descumprimento das normas atuais é estimado em dezenas de bilhões de reais. As penalidades ainda não foram aplicadas porque os contratos estão em fase de execução.

 

Fonte: Valor Econômico

A regulação dos mercados de gás, distribuição de combustíveis e refino – para acomodar a participação de empresas privadas em setores antes controlados pela Petrobras – é apontada como prioridade para o novo diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone.

 

Fonte: Valor Econômico

A 4ª rodada de licitações de áreas com acumulações marginais, em maio, poderá gerar investimentos iniciais de R$ 9,8 milhões na reabilitação dos nove campos inativos ofertados. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) publicou ontem o edital do leilão.

 

Fonte: Valor Econômico

Michel Temer escolheu Décio Oddone como diretor-geral da ANP. Ele assumirá o cargo no lugar de Magda Chambriard, cujo mandato termina no dia 4. A indicação de Oddone, que trabalha no setor privado e já passou pela petroquímica Braskem e pela Petrobrás, e a própria presença de Temer na abertura do evento no Rio, respondem à demanda das petroleiras por mudanças nas regras regulatórias.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

O presidente Michel Temer quer dar sinalizações positivas ao setor de petróleo e gás hoje, ao abrir a feira Rio Oil & Gas, que ocorre esta semana no Rio. A principal dessas indicações será apontar uma direção- geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mais amigável ao setor do que a de Magda Chambriard, que deixa o cargo no próximo dia 4. O nome mais cotado, com chancela da indústria e apoio dentro do próprio governo, é o de Décio Oddone.

 

Fonte: O Globo

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) abriu processo administrativo interno para investigar as causas da redução do preço de venda de petróleo informado e, consequentemente, a diminuição do valor recolhido de participações governamentais por algumas petroleiras que atuam no país.

 

Fonte: Valor Econômico

A proposta em estudo pela Agência Nacional do Petróleo, Gás (ANP) de rever o valor do preço mínimo do petróleo para cálculo de pagamento de participação governamental pode gerar impacto de R$ 2,2 bilhões anuais para as petroleiras, de acordo com o Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP). Para a entidade, a retroatividade da medida também gera insegurança jurídica para os investidores e poderá afetar a atratividade dos futuros leilões de áreas exploratórias do país.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo espera definir nos próximos dias o novo diretor-­geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O favorito para assumir o cargo é o diretor de projetos em óleo e gás da Prumo Logística, Decio Oddone, ex-Petrobras, segundo fontes da indústria de petróleo ouvidas pelo Valor.

 

Fonte: Valor Econômico

A Petrobras pediu à ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) autorização para contratar no exterior a primeira plataforma de produção de petróleo da área de Libra, no pré-sal. A autorização é necessária para evitar multas pelo não cumprimento dos compromissos de conteúdo local previstos em contrato.

 

Fonte: Folha de S. Paulo