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Tag : aeroportos


Portaria do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, publicada ontem no Diário Oficial da União, flexibiliza a cobrança de outorga dos aeroportos privatizados. A medida atende a um pedido das concessionárias, que enfrentam dificuldade para efetuar os pagamentos em dia. O aeroporto em situação mais complicada é o Galeão. O consórcio responsável pela administração do terminal, RIOgaleão — formado por Odebrecht TransPort, Changi e Infraero —, deve ser o primeiro a pedir a revisão do cronograma de pagamento, processo que será conjugado à entrada de um novo sócio.

 

Fonte: O Globo

Após um longo processo de negociações entre grupos privados e governo, o Ministério dos Transportes deve publicar nesta semana uma portaria para disciplinar a repactuação dos pagamentos de outorgas das concessões aeroportuárias já existentes. O objetivo do documento é dar maior conforto para que a Anac possa assinar os aditivos alterando o fluxo de pagamentos destinados ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).

Fonte: Valor Econômico

Após uma primeira rodada de leilão de aeroportos no escopo do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) do governo federal considerada “bem-­sucedida, o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, terá uma lista de mais de dez ativos a serem leiloados nas próximas rodadas para aprovar, segundo o secretário de Aviação Civil, Dario Rais Lopes. Os projetos, disse, devem ser levados ao ministro até o fim deste mês. O que for aprovado deverá passar pelo processo de habilitação no PPI.

 

Fonte: Valor Econômico

Considerado um teste para o atual governo, o leilão de ontem foi um alívio para o ministro Wellington Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, que vinha sendo pressionado por resultados no programa de concessão. Além do R$ 1,5 bilhão que será pago à vista (o restante será pago após carência
de cinco anos), a licitação representará investimentos de R$ 6,6 bilhões nos quatro aeroportos.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Os atuais concessionários dos aeroportos privatizados têm divida com a União de R$ 1,449 bilhão em outorgas atrasadas, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O valor não considera multas e juros. Somente Guarulhos está com as contas em dia. Os demais — São Gonçalo do Amarante (no Rio Grande do Norte), Brasília, Viracopos (Campinas), Galeão e Confins (Minas Gerais) — estão em débito. O caso mais grave é do Galeão, que tem dívida de R$ 933,4 milhões, vencida em julho e que está em fase de cobrança pela Anac.

 

Fonte: O Globo

A concessão envolve os aeroportos Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém), Gastão Madeira (Ubatuba), Campo dos Amarais (Campinas), Arthur Siqueira (Bragança Paulista) e Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí). Os três últimos são aeroportos de maior movimentação entre os que operam com aviação executiva e receberam mais de 123 mil pousos e decolagens em 2016.

Fonte: O Globo

Com ágio de 23% sobre o valor mínimo da outorga total, três grupos europeus venceram o leilão de quatro aeroportos (Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis) realizado ontem). Eles vão desembolsar, ao longo do prazo de concessão, R$ 3,72 bilhões, frente aos R$ 3 bilhões previstos inicialmente pelo governo federal. Além disso, terão de fazer investimentos de R$ 6,7 bilhões para aumentar a capacidade dos aeroportos, com obras que vão desde a ampliação de terminais, pátio de aeronaves e estacionamento até a melhora da infraestrutura disponível para o passageiro.

 

Fonte: O Globo

A Abdib considerou o resultado do leilão de concessão de quatro aeroportos na esfera federal  bastante satisfatório. A licitação resultou na atração de novos grupos investidores para o setor de infraestrutura brasileiro, com visão de longo prazo e abrindo perspectivas para a modernização e para a expansão da infraestrutura.


A decisão do governo de deixar de fora a Infraero nesta rodada de concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza foi um atrativo para a chegada dos três grupos europeus que arremataram todos os projetos nesta quinta­-feira (16), sem a presença de sócios brasileiros.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Foi motivo de comemoração para o governo o fato de a concorrência ter sido dominada por gigantes mundiais da operação. Multinacionais que há tempos o governo queria atrair, como a Fraport, e que, dado ao seu portfólio mundial, conseguem eventualmente trabalhar com margens menores ­ algo muito difícil para as brasileiras do setor. Apenas a Zurich já está no país: é sócia da brasileira CCR no aeroporto de Confins.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo comemorou com estardalhaço o resultado de venda dos quatro aeroportos federais, em evento realizado ontem em São Paulo, na BM&FBovespa. “Sucesso o leilão dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis. Reconquistamos a credibilidade no cenário internacional”, escreveu o presidente Michel Temer em seu twitter.

 

Fonte: Valor Econômico

O sucesso do leilão de aeroportos tira pressão de cima do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que já começava a enfrentar críticas por sua suposta lentidão. Mas o que vem pela frente ­ rodovias com demanda relativamente baixa, distribuidoras de energia deficitárias e uma ferrovia que cruza a região amazônica ­ não será tão fácil de atrair interessados na iniciativa privada.

 

Fonte: Valor Econômico

A alemã Fraport e a francesa Vinci, maiores destaques do leilão de ontem, terão que assinar cheques de aproximadamente € 200 milhões cada para pagar a parcela à vista de outorga dos aeroportos arrematados. As duas operadoras devem ter visto no certame a oportunidade de fazer uma “degustação” de Brasil para avaliar passos mais ousados no futuro.

 

Fonte: Valor Econômico

Esse foi o primeiro leilão de aeroportos sem a presença de empresas brasileiras nos consórcios, mas pode ser por pouco tempo. A Primav, veículo de investimentos da família dona do grupo construtor CR Almeida, estuda a possibilidade de investir no setor, junto com a alemã Fraport, que arrematou os aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre. Além disso, grupos nacionais devem se beneficiar da demanda futura a ser gerada pelo leilão.

 

Fonte: Valor Econômico

O Estado apurou que, no total, foram apresentadas oito propostas. Um dos aeroportos recebeu três propostas; outros dois receberam duas propostas cada; e um aeroporto recebeu apenas uma proposta. Isso significa que todos os aeroportos receberam lances das empresas. Na disputa, que representará investimentos de R$ 6 bilhões, estão grandes nomes internacionais, como a francesa Vinci Airport e a alemã Fraport. Os grupos nacionais, como Pátria, Vinci Partners e CCR, desistiram do certame.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo