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Tag : aeroportos


As operadoras de rodovias leiloadas no governo Dilma Rousseff sofreram um revés na reta final de tramitação da medida provisória que trata das concessões problemáticas em infraestrutura. Um mecanismo da MP 752 autorizava essas concessionárias a adiar o prazo de duplicação das estradas arrematadas nas licitações de 2013 e 2014, mas mudanças de última hora frustraram os planos das empresas.

 

Fonte: Valor Econômico

Portaria do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, publicada ontem no Diário Oficial da União, flexibiliza a cobrança de outorga dos aeroportos privatizados. A medida atende a um pedido das concessionárias, que enfrentam dificuldade para efetuar os pagamentos em dia. O aeroporto em situação mais complicada é o Galeão. O consórcio responsável pela administração do terminal, RIOgaleão — formado por Odebrecht TransPort, Changi e Infraero —, deve ser o primeiro a pedir a revisão do cronograma de pagamento, processo que será conjugado à entrada de um novo sócio.

 

Fonte: O Globo

Após um longo processo de negociações entre grupos privados e governo, o Ministério dos Transportes deve publicar nesta semana uma portaria para disciplinar a repactuação dos pagamentos de outorgas das concessões aeroportuárias já existentes. O objetivo do documento é dar maior conforto para que a Anac possa assinar os aditivos alterando o fluxo de pagamentos destinados ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).

Fonte: Valor Econômico

Após uma primeira rodada de leilão de aeroportos no escopo do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) do governo federal considerada “bem-­sucedida, o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, terá uma lista de mais de dez ativos a serem leiloados nas próximas rodadas para aprovar, segundo o secretário de Aviação Civil, Dario Rais Lopes. Os projetos, disse, devem ser levados ao ministro até o fim deste mês. O que for aprovado deverá passar pelo processo de habilitação no PPI.

 

Fonte: Valor Econômico

Considerado um teste para o atual governo, o leilão de ontem foi um alívio para o ministro Wellington Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, que vinha sendo pressionado por resultados no programa de concessão. Além do R$ 1,5 bilhão que será pago à vista (o restante será pago após carência
de cinco anos), a licitação representará investimentos de R$ 6,6 bilhões nos quatro aeroportos.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Os atuais concessionários dos aeroportos privatizados têm divida com a União de R$ 1,449 bilhão em outorgas atrasadas, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O valor não considera multas e juros. Somente Guarulhos está com as contas em dia. Os demais — São Gonçalo do Amarante (no Rio Grande do Norte), Brasília, Viracopos (Campinas), Galeão e Confins (Minas Gerais) — estão em débito. O caso mais grave é do Galeão, que tem dívida de R$ 933,4 milhões, vencida em julho e que está em fase de cobrança pela Anac.

 

Fonte: O Globo

A concessão envolve os aeroportos Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém), Gastão Madeira (Ubatuba), Campo dos Amarais (Campinas), Arthur Siqueira (Bragança Paulista) e Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí). Os três últimos são aeroportos de maior movimentação entre os que operam com aviação executiva e receberam mais de 123 mil pousos e decolagens em 2016.

Fonte: O Globo

Com ágio de 23% sobre o valor mínimo da outorga total, três grupos europeus venceram o leilão de quatro aeroportos (Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis) realizado ontem). Eles vão desembolsar, ao longo do prazo de concessão, R$ 3,72 bilhões, frente aos R$ 3 bilhões previstos inicialmente pelo governo federal. Além disso, terão de fazer investimentos de R$ 6,7 bilhões para aumentar a capacidade dos aeroportos, com obras que vão desde a ampliação de terminais, pátio de aeronaves e estacionamento até a melhora da infraestrutura disponível para o passageiro.

 

Fonte: O Globo

A Abdib considerou o resultado do leilão de concessão de quatro aeroportos na esfera federal  bastante satisfatório. A licitação resultou na atração de novos grupos investidores para o setor de infraestrutura brasileiro, com visão de longo prazo e abrindo perspectivas para a modernização e para a expansão da infraestrutura.


A decisão do governo de deixar de fora a Infraero nesta rodada de concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza foi um atrativo para a chegada dos três grupos europeus que arremataram todos os projetos nesta quinta­-feira (16), sem a presença de sócios brasileiros.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Foi motivo de comemoração para o governo o fato de a concorrência ter sido dominada por gigantes mundiais da operação. Multinacionais que há tempos o governo queria atrair, como a Fraport, e que, dado ao seu portfólio mundial, conseguem eventualmente trabalhar com margens menores ­ algo muito difícil para as brasileiras do setor. Apenas a Zurich já está no país: é sócia da brasileira CCR no aeroporto de Confins.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo comemorou com estardalhaço o resultado de venda dos quatro aeroportos federais, em evento realizado ontem em São Paulo, na BM&FBovespa. “Sucesso o leilão dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis. Reconquistamos a credibilidade no cenário internacional”, escreveu o presidente Michel Temer em seu twitter.

 

Fonte: Valor Econômico

O sucesso do leilão de aeroportos tira pressão de cima do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que já começava a enfrentar críticas por sua suposta lentidão. Mas o que vem pela frente ­ rodovias com demanda relativamente baixa, distribuidoras de energia deficitárias e uma ferrovia que cruza a região amazônica ­ não será tão fácil de atrair interessados na iniciativa privada.

 

Fonte: Valor Econômico

A alemã Fraport e a francesa Vinci, maiores destaques do leilão de ontem, terão que assinar cheques de aproximadamente € 200 milhões cada para pagar a parcela à vista de outorga dos aeroportos arrematados. As duas operadoras devem ter visto no certame a oportunidade de fazer uma “degustação” de Brasil para avaliar passos mais ousados no futuro.

 

Fonte: Valor Econômico

Esse foi o primeiro leilão de aeroportos sem a presença de empresas brasileiras nos consórcios, mas pode ser por pouco tempo. A Primav, veículo de investimentos da família dona do grupo construtor CR Almeida, estuda a possibilidade de investir no setor, junto com a alemã Fraport, que arrematou os aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre. Além disso, grupos nacionais devem se beneficiar da demanda futura a ser gerada pelo leilão.

 

Fonte: Valor Econômico