Notícias do Dia – 22/01/2024

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ABDIB NA IMPRENSA: Debêntures de infraestrutura injetarão R$ 150 bi em 3 anos, diz entidade 

A sanção da lei 14.801 de 2024 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que criou as debêntures de infraestrutura, deve aumentar o interesse de fundos de pensão e previdência em financiar projetos de infraestrutura. 

Segundo a Abdib (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base), a nova fonte de captação de recursos para esses empreendimentos pode resultar em uma injeção de cerca de R$ 150 bilhões no setor nos próximos 3 anos. Em entrevista ao Poder360, o presidente da associação, Venilton Tadini, disse que o Brasil deve investir, ao todo, aproximadamente R$ 600 bilhões em projetos de saneamento, transporte, energia elétrica e telecomunicações até 2026 –último ano do mandato de Lula.

PODER 360

 

ABDIB NA IMPRENSA: Nova política industrial tem meta arrojada e longe do patamar atual, diz setor farmacêutico

O Brasil precisa de um plano para reativar sua indústria, tendo o Estado como indutor — sem ser investidor — e com participação do setor privado, avaliam especialistas consultados pelo GLOBO sobre os planos do governo para estimular a industrialização do país.

Para Venilton Tadini, diretor presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), é papel do estado ser indutor da indústria, sem necessariamente ser investidor, dentro da estratégia de crescimento do país. Ele observa que nem sempre, porém, a aplicação do plano traz os melhores resultados, como já aconteceu no Brasil. Mas a questão é de aperfeiçoamento, avalia.

O Globo

 

ABDIB NA IMPRENSA: Seguro para grandes obras tem melhor momento em uma década

Uma confluência de fatores positivos pode levar o mercado de seguro garantia mudar de patamar em 2024. O instrumento é usado para reduzir riscos de contratos em grandes obras, com pagamento de indenizações caso as condições de uma licitação ou concessão, por exemplo, não sejam cumpridas, ou ainda como opção de garantia em processos judiciais. Segundo especialistas ouvidos pelo Valor, há uma combinação de aspectos jurídicos, regulatórios, legislativos e políticos que não se vê há, pelo menos, uma década e pode impulsionar a modalidade.

Segundo dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), entre 2012 e 2014, o investimento médio do setor público consolidado, que considera governo mais empresas estatais, alcançou uma média anual de 4% do PIB. A taxa recuou a partir de 2015 e permanece abaixo de 3% desde então. Em 2022, o índice fechou em 2,53% do PIB, indica a entidade.

Valor Econômico

 

Em pleno período de chuvas, setor elétrico vê rios com vazão abaixo da média histórica

Ainda não é um sinal amarelo aceso, mas os primeiros alertas de uma possível piora no cenário energético brasileiro começaram a ecoar no setor. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vem informando semanalmente em relatórios de programação da operação que as perspectivas de chuvas para boa parte do País têm se situado abaixo da média histórica para o período úmido, que teve início em dezembro e se encerra em abril. Isso se dá pelos efeitos do fenômeno climático El Niño, que causa seca mais ao Norte do Brasil e enchentes ao Sul. 

Valor Econômico

 

Novo PAC vai priorizar obras em encostas e de drenagem

A intensidade das chuvas, com enchentes fazendo vítimas e desalojando pessoas em diversas cidades brasileiras, fez o governo Luiz Inácio Lula da Silva decidir priorizar as obras de drenagem e contenção de encostas no âmbito do “Novo PAC”, versão repaginada do Programa de Aceleração do Crescimento. A ordem da gestão petista neste começo de ano é “passar na frente” – de todo o conjunto de obras do programa – aquelas intervenções que tratam de resolver ou minimizar os eventos relacionados à crise climática no país.

Valor Econômico

 

Governo deve leiloar 56 projetos, com investimentos de R$ 173 bi. Veja quais as obras

A agenda de 2024 das privatizações de infraestrutura promete contratar pelo menos R$ 173 bilhões em investimentos para os próximos anos. Estão no radar leilões de, no mínimo, 56 concessões e parcerias público-privadas (PPPs) federais e estaduais. Para especialistas e executivos, as concessões encontram agora um cenário menos incerto do que um ano atrás. Serviços de água e esgoto — projetos, geralmente, estaduais —, trechos rodoviários, arrendamentos portuários e linhas de transmissão de eletricidade são os destaques nas licitações previstas para este ano.

O Globo

 

Secretaria do consumidor avalia recomendar à Aneel cassação de concessão de empresas de energia

Após reiterados casos em que consumidores ficaram sem energia elétrica por dias, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) avalia recomendar à Aneel a cassação da concessão das empresas que deixam de prestar o serviço. A afirmação foi feita pelo secretário nacional do consumidor, Wadih Damous, em vídeo divulgado pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência, Paulo Pimenta, neste domingo, 21. “Vamos recomendar fortemente a cassação da concessão dessas empresas”, disse Damous após relatar que terá reunião com a Light, no Rio de Janeiro, na segunda-feira, 22, e também procurará a Aneel.

O Estado de S.Paulo

 

Venda da Compagás caminha para fase final e deve sair após o carnaval

A Copel caminha para vender sua participação de 51% na distribuidora de gás canalizado Compagás, numa transação que deve acontecer ainda no primeiro trimestre, segundo fontes relataram à Coluna do Broadcast. A perspectiva é que o negócio seja fechado ainda em fevereiro, logo após o Carnaval. O ativo vale R$ 2,3 bilhões e tem sido monitorado de perto por grupos do Brasil e do exterior, uma vez que o Paraná é considerado um Estado promissor em termos de crescimento e com capacidade para ampliar a rede de gasodutos. Para a venda, a Copel havia contratado em setembro a XP Investimentos.

O Estado de S.Paulo

 

Investimentos em exploração de petróleo e gás podem chegar a US$ 1,96 bi em 2024, diz ANP

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou na sexta-feira, 19, que atualizou seus dados sobre investimentos na fase de exploração nos campos de petróleo e gás natural do País em 2024, podendo chegar a US$ 1,96 bilhão. Do total previsto para a exploração, cerca de 95% estão concentrados nas bacias marítimas. Para as da Margem Equatorial (bacias marítimas da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar), que inclui áreas que são alvo de questionamento de órgãos ambientais, a previsão é de cerca de US$ 1,09 bilhão.

O Estado de S.Paulo

 

Reforma dobra tributação do saneamento, e conta de água vai subir

O setor de saneamento básico perdeu todas as desonerações na reforma tributária e começou o ano em busca de alternativas para dirimir os impactos. Com a mudança, a alíquota —atualmente de 9,25%— tende a subir para 27%, o valor cheio estimado, com impactos sobre a conta de água e esgoto e riscos para os investimentos. Pela regra atual, em relação ao consumo, o setor paga apenas tributos federas, PIS e Cofins. Está isento do ICMS estadual e do ISS municipal. O texto da reforma que implementa o IVA (Imposto sobre Valor Agregado) dual prevê que o setor pagará não apenas o CBS federal, mas também o IBS para estados e municípios (dois tributos sobre bens e serviços).

Folha de S.Paulo