Novo PAC mira setor privado, mas atrair empresas é desafio

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A terceira edição do Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC, traz uma diferença marcante em relação aos programas federais do passado, o foco no investimento privado. A novidade foi recebida com otimismo pelas empresas, embora especialistas ouvidos pelo Valor considerem que há entraves para que o desembolso privado se transforme em realidade. Citam a capacidade do mercado de absorver tantos projetos em relativo curto espaço de tempo – a primeira fase do programa termina em 2026 -, dificuldades de financiamento e na estruturação dos projetos.

Venilton Tadini, presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), vai na mesma linha: “A participação privada é mais substantiva no Novo PAC. Não estamos vendo aquele suposto ranço da participação privada”.

Valor Econômico