Sobrevivência de termelétrica a carvão, no sul do país, expõe o dilema ESG

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O anúncio de que a Eletrobras almeja se desfazer da termelétrica a carvão Candiota 3, no Rio Grande do Sul, até 2025, deixou a cadeia produtiva do carvão em estado de atenção. Com receio do fechamento da usina, o setor carbonífero já se movimenta junto ao governo para dar sobrevida à térmica. Os agentes dizem que a venda da usina para outro grupo econômico não resolve o problema social. O ideal seria um contrato de energia de longo prazo, já que sem isso a usina não teria uma demanda firme mínina, o que afetaria toda a cadeia do carvão.

Valor Econômico