Josué previu que defesa da democracia lhe renderia pedido de impeachment na Fiesp

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No dia 11 de agosto do ano passado, enquanto participava do ato pela democracia na Faculdade de Direito da USP, o presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, já previa que seria alvo de pressão para ser destituído do posto. Em junho, Josué recebeu, na sede da Fiesp, nomes como Arminio Fraga, Neca Setubal e Oscar Vilhena, diretor da FGV Direito SP, que foram convidá-lo para participar do movimento, com a intenção de atrair o empresariado para a criação de uma frente ampla de defesa da democracia diante da escalada de ameaças às instituições promovidas pelo então presidente Jair Bolsonaro.

Folha de S.Paulo