Petroquímica brasileira intensifica corrida por energias renováveis

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A indústria petroquímica brasileira abraçou a transição energética, seja por causa dos custos hoje mais competitivos da energia renovável, seja para reduzir a pegada de carbono e cumprir metas climáticas estabelecidas para as próximas décadas. Considerando-se quatro grandes petroquímicas com operação no país – Braskem, Dow, Unipar e Unigel – já são pelo menos R$ 5,3 bilhões entre contratos de longo prazo para compra de energia solar e eólica ou investimentos em autoprodução anunciados desde 2020. E esse número vai crescer em breve.

Valor Econômico