Outorga bilionária da Cedae não pode pagar salários, investimento é prioridade, diz governo do Rio

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Com o caixa inundado por bilhões de reais em taxas de outorga do leilão de concessão de parte dos serviços de água e esgoto hoje operados pela estatal Cedae, o Estado do Rio deverá focar, num primeiro momento, nos investimentos públicos ao aplicar esses recursos, afirmou o secretário estadual de Fazenda, Guilherme Mercês. Isso porque a “regra de ouro” impede que receitas de capital, como as taxas de outorga ou o endividamento, sejam aplicadas em despesas correntes, como salários de servidores.

O Estado de S.Paulo