Telefônica propõe migração para rede 5G ‘pura’ só no longo prazo

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O diretor-presidente da Telefônica Brasil, Christian Gebara, defendeu ontem um “modelo híbrido” em que os padrões “standalone” e “não-standalone” para a infraestrutura 5G convivam no país no curto e médio prazos. Previsto na proposta de edital do leilão de frequências do 5G, o padrão standalone pressupõe a instalação de uma rede dedicada exclusivamente aos serviços de quinta geração, independente da infraestrutura 3G e 4G em operação. “Nosso posicionamento nesse tema é de um modelo híbrido de convivência do não-standalone e do standalone pelo menos no curto e médio prazo”, afirmou o executivo em conversa com jornalistas, antes da teleconferência para detalhar resultados do quarto trimestre de 2020.

Valor Econômico