MRS demonstra otimismo com renovação antecipada

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A expectativa é que o projeto seja enviado para análise do Tribunal de Contas da União (TCU) até abril, para que o aditivo seja assinado no terceiro trimestre, de acordo com informações dadas pelo presidente da companhia, Guilherme Mello. Em troca da extensão do prazo contratual por 30 anos a companhia deverá investir R$ 7,5 bilhões em obras para expansão e outorgas. Um dos principais objetivos da concessionária, que atua no triângulo entre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, é diversificar as cargas transportadas na via – antes muito focadas na produção dos acionistas Vale, Gerdau, Usiminas e CSN. Para tanto, a principal obra será a segregação de linhas, separando o transporte de cargas e de passageiros em São Paulo. O trajeto é atualmente compartilhado com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Esta separação permitirá ganhos de eficiência na movimentação de carga entre São Paulo e o Porto de Santos, e também possibilitará a implementação do Trem Intercidades (TIC), projeto de mobilidade do governo paulista. As renovações antecipadas da Rumo (Malha Paulista) e Vale (EFC & EFVM) já foram realizadas. Outras concessões ferroviárias aguardam em conjunto com a MRS, embora em fase inicial: a VLI (FCA) e Rumo (Malha Sul).