Artigo- Saliva, pólvora, apagão e lágrimas

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Cheguei à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em julho de 2000. Dias depois, Maurício Correia, então na Gazeta Mercantil, furou o bloqueio da assessoria de imprensa da agência e perguntou-me se haveria racionamento. Disse que sim. As condições já eram dadas. As obras de geração, atrasadas, só entrariam em operação depois de 2002 e o governo jamais indicaria, em 2000, um programa de racionalização do consumo. ( Edvaldo Santana é doutor em Engenharia de Produção e ex-diretor da Aneel.)

Valor Econômico