Concessão de saneamento é para universalizar serviço, não para arrecadar

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O bom resultado da licitação para prestação do serviço de saneamento na RMM (Região Metropolitana de Maceió), onde dois terços da população ainda não têm acesso a coleta de esgoto, foi animador para todos que querem uma vida melhor para as camadas mais humildes da população. A empresa privada ganhadora do certame se comprometeu a resolver o problema no prazo de 16 anos e também a pagar R$ 2 bilhões pelo contrato de concessão. A modelagem do processo competitivo foi feita pelo BNDES, ainda antes da aprovação do novo marco legal do saneamento (Lei 14.026/2020), porém com base nos mesmos conceitos.

Folha de S.Paulo