Despoluir a Baía de Guanabara é factível, afirma Besserman

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O economista carioca Sérgio Besserman diz que é preciso criar uma governança efetiva, que envolva governo nas três esferas (União, Estado e municípios), empresas e sociedade civil, para despoluir a Baía de Guanabara, sob o risco de que a “marca” Rio, um valioso bem intangível, se transforme em “mico” em 20 anos se nada for feito. O investimento em saneamento é importante para resolver o problema, assim como a concessão à iniciativa privada dos serviços da Cedae, a empresa de água e esgoto do Estado do Rio de Janeiro, afirma Besserman, ex-presidente do IBGE e do Jardim Botânico do Rio, que se auto-intitula “ecologista”.

Valor Econômico