Editorial: Pé no chão

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O desafio, pois, consiste em montar um pacote de ajuste que permita a sobrevivência das companhias e a preservação de empregos, mas sem benesses indevidas a acionistas e credores anteriores. O programa deve se dar, tanto quanto possível, em condições de mercado e com participação majoritária de bancos privados. Outra condição importante é que o BNDES se beneficie da esperada recuperação das aéreas mais adiante. Tudo indica que será assim, pois o financiamento ocorreria por meio da compra de debêntures conversíveis em ações ou outra estrutura similar, como se tem feito no restante do mundo.

Folha de S. Paulo