Câmara aprova texto-base da nova lei de licitações

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A medida divide opiniões. Críticos apontam que empresas de menor porte, que não têm fôlego para pagar um seguro equivalente a um terço do total orçado para o empreendimento. Para Venilton Tadini, da Abdib, associação que representa as grandes empresas de infraestrutura e indústria de base, o seguro é avanço. Ele lamenta, porém, que, nas obras de grande vulto, o texto aprovado diga que “o seguro garantia poderá ser exigido”, em vez de torná-lo obrigatório, como constava em versões anteriores: Pode contribuir bastante para a conclusão de obras quando ocorrem problemas no meio do caminho, sobretudo em obras de grande vulto. Acho que os percentuais em relação ao valor dos contratos estão adequados.

O Globo