Estudos indicam nova configuração de rodovias federais que serão licitadas no Sudeste

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Os estudos em desenvolvimento pelo Governo Federal para a relicitação das rodovias da 1ª etapa de concessões no Sudeste no Brasil, cujos contratos estão para vencer em 2021, foram direcionados para que elas acrescentem mais rodovias aos trechos concedidos e vão mudar a atual configuração das concessões.

As três concessões que vencem em 2021 são as da CCR Nova Dutra (BR-116/RJ-SP), da Concer (BR-040/RJ-MG) e da CRT (BR-116/RJ-MG). Elas praticamente se cruzam na chegada ao Rio de Janeiro e a intenção é mudar a configuração atual para colocar mais trechos de rodovias dentro do sistema de concessão.

No caso da Dutra, os trabalhos indicam que a concessão comece em São Paulo e vá até o entroncamento com a BR-465, em Seropédica, no fim da região metropolitana do Rio de Janeiro. Além de incluir a BR-465, a concessão seguiria por trechos da BR-101 nessa região até Ubatuba, em São Paulo.

A obra de duplicação da BR-101 é considerada de alta complexidade, porque a pista passa por áreas montanhosas. Logo, a indicação é de que uma concessão com a Dutra – a principal rodovia do país – seria tecnicamente mais adequada para garantir a realização do projeto. A intenção é fazer da Dutra uma rodovia de nível A, com o tráfego das cidades separado do tráfego de longo curso, e com pagamento por quilômetro rodado na pista.

Arco Metropolitano
Toda a extensão hoje entre Seropédica e a cidade do Rio de Janeiro da BR-116 (Dutra) e o chamado Arco Metropolitano do Rio de Janeiro seriam incorporados a outra concessão, a que hoje é a CRT. A CRT faz a ligação entre Rio de Janeiro e Além Paraíba (MG).

Essa nova concessionária ainda ganharia parte de outro trecho da BR-116 que o governo tentou licitar sem sucesso ano atrás, o que vai da divisa de Além Paraíba a Governador Valadares (MG).

No caso da Concer, os técnicos chegaram a analisar a junção dessa concessão com o trecho da BR-040 entre Minas Gerais e Brasília, licitado em 2013 cuja concessionária, a Via 040, já formalizou o pedido de devolução amigável. Mas as análises apontam que não haverá tempo para solucionar esse impasse antes dos procedimentos necessários para a relicitação da Concer, que pode também ter a caducidade do contrato deferida pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) nas próximas semanas.

A única incorporação prevista a esse trecho até o momento é a de uma estrada federal com características turísticas, entre Teresópolis e Petrópolis (RJ), mas que não prevê cobrança de pedágio no trecho.

Estudos indicam nova configuração de rodovias federais que serão licitadas no Sudeste

Os estudos em desenvolvimento pelo Governo Federal para a relicitação das rodovias da 1ª etapa de concessões no Sudeste no Brasil, cujos contratos estão para vencer em 2021, foram direcionados para que elas acrescentem mais rodovias aos trechos concedidos e vão mudar a atual configuração das concessões.

As três concessões que vencem em 2021 são as da CCR Nova Dutra (BR-116/RJ-SP), da Concer (BR-040/RJ-MG) e da CRT (BR-116/RJ-MG). Elas praticamente se cruzam na chegada ao Rio de Janeiro e a intenção é mudar a configuração atual para colocar mais trechos de rodovias dentro do sistema de concessão.

No caso da Dutra, os trabalhos indicam que a concessão comece em São Paulo e vá até o entroncamento com a BR-465, em Seropédica, no fim da região metropolitana do Rio de Janeiro. Além de incluir a BR-465, a concessão seguiria por trechos da BR-101 nessa região até Ubatuba, em São Paulo.

A obra de duplicação da BR-101 é considerada de alta complexidade, porque a pista passa por áreas montanhosas. Logo, a indicação é de que uma concessão com a Dutra – a principal rodovia do país – seria tecnicamente mais adequada para garantir a realização do projeto. A intenção é fazer da Dutra uma rodovia de nível A, com o tráfego das cidades separado do tráfego de longo curso, e com pagamento por quilômetro rodado na pista.

Arco Metropolitano
Toda a extensão hoje entre Seropédica e a cidade do Rio de Janeiro da BR-116 (Dutra) e o chamado Arco Metropolitano do Rio de Janeiro seriam incorporados a outra concessão, a que hoje é a CRT. A CRT faz a ligação entre Rio de Janeiro e Além Paraíba (MG).

Essa nova concessionária ainda ganharia parte de outro trecho da BR-116 que o governo tentou licitar sem sucesso ano atrás, o que vai da divisa de Além Paraíba a Governador Valadares (MG).

No caso da Concer, os técnicos chegaram a analisar a junção dessa concessão com o trecho da BR-040 entre Minas Gerais e Brasília, licitado em 2013 cuja concessionária, a Via 040, já formalizou o pedido de devolução amigável. Mas as análises apontam que não haverá tempo para solucionar esse impasse antes dos procedimentos necessários para a relicitação da Concer, que pode também ter a caducidade do contrato deferida pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) nas próximas semanas.

A única incorporação prevista a esse trecho até o momento é a de uma estrada federal com características turísticas, entre Teresópolis e Petrópolis (RJ), mas que não prevê cobrança de pedágio no trecho.

Conteúdo produzido pela Agência iNFRA especialmente para o portal da Abdib.