Com Orçamento apertado, próximo presidente terá margem de manobra de apenas R$ 85 bi

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O próximo presidente começará seu mandato com um Orçamento apertado, no qual as despesas discricionárias (aquelas que podem ser cortadas) estarão no menor patamar em uma década. Cálculos da equipe econômica apontam que, em um cenário otimista, esses gastos ficarão em R$ 90 bilhões, o que já deixa a máquina pública muito próxima de uma paralisação. Mas o quadro pode se agravar em função de artigos que parlamentares incluíram na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019, que podem fazer as despesas discricionárias ficarem em torno de R$ 85 bilhões – bem abaixo dos R$ 124 bilhões projetados para este ano.

O Globo