Cresce carga na MRS após greve dos caminhoneiros

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Em um país muito dependente das rodovias – mais de 60% da matriz de transporte é feito sobre pneus -, a transportadora ferroviária MRS começa a obter ganhos em razão da greve dos caminhoneiros. Apesar de as ferrovias dependerem do caminhão para acessar os terminais intermodais, já houve migração de cargas para os trilhos em determinados negócios. No transporte de contêineres, carga que tem mais flexibilidade para migrar instantaneamente do caminhão para o trem por ser uma unidade isolada, a MRS está com uma taxa de ocupação média dos trens de 100%. Antes da greve, esse indicador variava entre 45% e 60%. A empresa tem condições de ampliar a capacidade e absorver a demanda adicional.

Valor Econômico