Presença estatal inibe investimentos em saneamento

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A participação dominante do poder público nos investimentos de saneamento pode atrasar o cumprimento da meta Plano Nacional de Saneamento Básico, segundo a consultoria LEK. Na área de infraestrutura geral, que inclui portos, estradas e telecomunicações, entre outros, o Estado é responsável por cerca de 30% dos aportes. No setor de água e esgoto, essa participação chega a 80%. “O perfil é completamente oposto ao dos demais investimentos. Há recursos estrangeiros disponíveis para financiar a iniciativa privada do segmento que estão parados”, afirma Paulo Vandor, sócio.

Folha de S. Paulo