Contratos de R$ 45 bi tem menos de um terço de obras novas

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“Optar pela relicitação quando já se tem investidor qualificados é ponto negativo”, disse Venilton Tadini, ao jornal Valor Econômico, sobre decisão governamental de não contemplar nas concessões rodoviárias assinadas entre 1994-1998 aditivos prevendo até R$ 15 bilhões de investimentos em novas obras.

 

Fonte: Valor Econômico