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NOTÍCIAS DO DIA

Um resumo das principais notícias sobre infraestrutura e indústrias de base publicadas em jornais e agências de notícias

BNDES financia 18% das obras públicas

O Brasil, por meio do BNDES, detém hoje 18% do mercado latino-­americano de financiamento de grandes obras públicas, ficando atrás apenas da Espanha, com cerca de 30% do volume de empréstimos de infraestrutura aos países da região. Mas a posição brasileira de vice-­liderança está sendo ameaçada pela China, hoje com 15%.

 

Fonte: Valor Econômico

Justiça do DF condena TIM, cabe recurso

A Justiça condenou a operadora de telefonia TIM a pagar R$ 100 milhões ao Fundo Distrital da Lei de Ação Civil Pública pela prática abusiva de interromper automaticamente chamadas da promoção Infinity, com objetivo de cobrar tarifa por nova ligação. A decisão é da 18ª Vara Cível de Brasília e cabe recurso

 

Fonte: Valor Econômico

Setec tenta diversificar carteira de projetos

Atualmente, a companhia possui majoritariamente contratos com governos do Estado de São Paulo e do Ceará. A ideia é conseguir mais licitações com municípios, com maiores chances de serem realizadas, e também aumentar a relação com a iniciativa privada. Os setores preferenciais para a companhia seriam o rodoviário e o ferroviário.

 

Fonte: Valor Econômico

Governo baiano volta a barrar venda da Gaspetro

O governo da Bahia ainda resiste ao aumento da participação acionária da Mitsui na Bahiagás, que se dará com a aquisição pela empresa japonesa dos 49% da Gaspetro. O Estado obteve uma liminar que suspende o negócio.

 

Fonte: Valor Econômico

Repactuação do risco hidrológico fica para fim do mês

A assinatura dos acordos para repactuação do risco hidrológico (medido pelo fator GSF, na sigla em inglês) deve ficar para as últimas semanas do ano. O prazo inicialmente indicado pela Aneel para a adesão terminaria hoje, mas o atraso na publicação da lei de conversão da Medida Provisória (MP) 688 inviabilizou a data, que ficou para 18 de dezembro.

 

Fonte: valor Econômico

Com alta da tarifa, consumidor migra para mercado livre

A explosão das tarifas de energia este ano, que superou 50% de aumento em 2015 em Estados como Minas Gerais e São Paulo, está acelerando o movimento de migração de consumidores industriais e comerciais do mercado cativo (das distribuidoras) para o livre, em busca de preços mais baixos.

Setor do petróleo quer leilão de pré-sal em 2016

O Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), que reúne as principais companhias do setor, espera que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprove, em reunião marcada para a próxima semana, resolução regulamentando a unitização de campos petrolíferos em blocos já concedidos com áreas localizadas no polígono do pré­-sal e que ainda não foram licitadas.

Acordo entre BNDES e banco africano eleva potencial de exportações para o continente

Uma parceria em discussão entre o BNDES e o Banco de Desenvolvimento da África (AFDB) deve aumentar o potencial de exportações de empresas brasileiras para o continente africano. O foco principal do BNDES na África até hoje foi o financiamento à exportação de serviços para obras de infraestrutura, engenharia e construção, modalidade na qual desembolsou US$ 3,7 bilhões desde 2007. Agora, o banco tem interesse em ampliar operações envolvendo o setor privado africano e fazer cofinanciamento com o AFDB em projetos como infraestrutura e açúcar e álcool.

 

Fonte: Valor Econômico

Pra empresário, estrangeiros tendem a ficar mais cautelosos

Para o presidente da Odebrecht Transport, Paulo Cesena, o agravamento da crise política eleva a cautela dos grupos estrangeiros que têm o Brasil no radar. Para ele, por mais que técnicos do governo se esforcem para tocar novas licitações, o apetite pelos projetos pode diminuir.

Empresários podem ficar sem interlocução, diz entidade

O clima de apreensão é compartilhado por representantes da indústria petrolífera. Antônio Guimarães, secretário-executivo do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), que reúne as empresas do setor, receia que a interlocução com o governo caia num vácuo em meio à discussão política sobre o impeachment. 

Empresários temem atraso em projetos de infraestrutura

Empresários do setor de infraestrutura temem que o processo de análise do pedido de impeachment se alongue e provoque uma paralisia de novos investimentos, seja por afugentar o investidor estrangeiro ou por atrasar discussões regulatórias importantes para destravar projetos, como novos leilões do pré-sal e licitações de rodovias e aeroportos.

 

Fonte: O Globo

Processo pode levar a paralisia no programa de concessões

A abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pode atrasar programas de concessões e afetar negociações em curso para reformas regulatórias que acelerariam as parcerias público-privadas (PPPs). Essa é a avaliação de representantes do setor produtivo em conversas reservadas.

Cemig cobra perdas da Samarco

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) decidiu cobrar da Samarco os gastos extras que teve de arcar por causa do rompimento da barragem da mineradora ocorrido há quase um mês. O valor da conta ainda não está fechado, mas a Cemig, controlada pelo governo de Minas, fez um balanço dos estragos e das medidas que adotou para repará-­los.

 

Fonte: Valor Econômico

Suspensão de editais divide a ABTP

Insatisfeita com as minutas dos contratos de arrendamentos do leilão nos portos de Santos (SP) e Vila do Conde (PA), a Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP) pediu ontem, em carta, a suspensão dos editais à Secretaria de Portos (SEP), mas depois recuou. “Há empresas associadas interessadas em participar da licitação e o pedido para sustar retardaria o processo. Decidimos apoiar o leilão e depois fazer eventuais ajustes nos contratos”, disse o presidente da ABTP, Wilen Manteli, que afirmou ter pedido ao ministro dos Portos, Helder Barbalho, que desconsiderasse a carta.

 

Fonte: Valor Econômico

Petrobras bloqueia mais nove fornecedores

Subiu, de 23 para 32, o total de empresas que fazem parte do bloqueio cautelar da Petrobras e estão impedidas de participar de licitações e novos contratos da estatal. As novas integrantes são a Sanko Sider, Empresa Industrial Técnica (EIT), NM Engenharia e Construções e Niplan Engenharia. Também entraram na lista empresas de grupos que já estavam no bloqueio cautelar, sendo duas da Odebrecht e uma de OAS, Iesa e Queiroz Galvão.

 

Fonte: Valor Econômico