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O presidente-executivo da Abdib, Venilton Tadini, elogiou o lançamento de programa federal para executar investimentos públicos em obras paralisadas, mas alertou que os valores envolvidos – cerca de R$ 40 bilhões em dois anos até 2018 – são baixos diante do desafio do país. Nos cálculos da Abdib, o Brasil deve investir 1,5% do PIB em infraestrutura em 2017, algo insuficiente até para repor a depreciação, o que demandaria 3% do PIB. (Rádio Jovem Pan – 8h39)


16 de novembro. Abdib promove reunião do Comitê Legal e Tributário para discutir assuntos legislativos e de que criem ônus tributário para as empresas associadas.


Após reunião com 13 governadores e com o objetivo de reforçar a arrecadação dos estados, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, anunciou no dia 7 que incluirá na pauta do Plenário o projeto que normatiza as operações de securitização de dívida tributária, prevista no projeto de lei do Senado (PLS) 204/2016, do senador José Serra (PSDB-SP).


Após dois anos e meio de pesquisas e estudos técnicos, o governo de Minas Gerais vai enfim lançar o edital para concessão da MG-424 à iniciativa privada. De acordo com o secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Murilo Valadares, são estimados R$ 400 milhões de investimentos para um período de 25 anos no trecho que vai de Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), até  Sete Lagoas, na região Central. Na próxima semana, serão realizadas audiências públicas nas cidades de Sete Lagoas, Matozinhos (20), Pedro Leopoldo e Belo Horizonte (21). Após esse período,  em 15 dias, será publicado o edital para uma concorrência no modelo de parceria público-privada (PPP).

Fonte: Diário do Comércio – MG

Abdib e Frente Nacional de Prefeitos (FNP) realizaram reunião no dia 6 de novembro, em São Paulo, para discutir programas e ações para fomentar investimentos em infraestrutura nos municípios por meio de concessões e PPPs. A agenda de trabalho foi capitaneada por Venilton Tadini, presidente-executivo da Abdib, e Jonas Donizete, presidente da FNP.


Nesta terça-feira (14) completa duas décadas da assinatura dos contratos de concessão de rodovias que selaram o destino do Paraná. Parece exagero, mas não é. O modelo de pedágio influenciou rumos econômicos e pautou disputas políticas. As decisões tomadas em 1997, durante a licitação, continuam impactando nos dias atuais.

 Fonte: Gazeta do Povo

Inauguradas há sete anos, ao custo de R$ 1,66 bilhão, duas eclusas construídas no Pará continuam fora de operação por causa da demora na retirada do Pedral do Lourenço do leito do Rio Tucuruí. A corredeira de 43 km de pedras impede a passagem das embarcações nos períodos de seca. A nova obra deve começar em 2018 e custará R$ 520 milhões.

Fonte: O Estado de S. Paulo

É uma situação particular que vivemos hoje, porque o mundo tem abundância de recursos, nós não temos problemas de balanço de pagamentos e, no entanto, vivemos um problema de restrição fiscal que tem impedido que haja um volume adequado de investimentos do setor público. Poderíamos ter investimentos privados sendo realizados. Como o país está há 20 anos sem ter um planejamento estratégico claro, o que verificamos é que não há projetos maduros para que que haja investimento em maior volume.

Fonte: G1


08 de novembro. Abdib promove reunião do Comitê de Aeroportos, na sede da entidade, em São Paulo, para avaliar, entre outros temas, o programa de concessão de aeroportos depois da retirada de Congonhas e questões envolvendo a metodologia de cálculo de indenizações por investimentos não amortizados em casos de relicitação de concessões nos parâmetros da Lei 13.448/2017.


A Lei Anticorrupção, segundo o diretor jurídico do BNDES, Marcelo de Siqueira Freitas, não determina parâmetros claros para o cálculo do prejuízo causado por essas empresas aos cofres públicos. Apesar das multas aplicadas, os acordos de leniência assinados por Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e UTC não isentam as empresas de ressarcir integralmente os danos, ou seja, elas podem ser chamadas no futuro a fazer novos e gigantescos desembolsos. “Por isso, o banco fechou a porta”, disse.

Fonte: Valor Econômico

O Comitê de Mobilidade Urbana da Abdib retomou atividades em reunião realizada dia 1 de novembro. O coordenador do comitê, Flávio Borges Carvalho (CCR), narrou aos empresários a evolução da agenda de discussões nos últimos três anos, incluindo aspectos, benefícios e desafios para fazer avançar no Brasil o conceito de autoridade metropolitana para o setor de transportes públicos nas metrópoles brasileiras. O tema foi escolhido como prioridade pelos empresários.


Estão abertas as inscrições para o 8º Fórum Mundial da Água, o maior evento do planeta sobre o tema, que acontecerá em Brasília, entre os dias 18 e 23 de março de 2018. O Fórum transformará Brasília na capital mundial da água e deverá receber mais de 60 chefes de Estado, além dos maiores especialistas internacionais relacionados ao tema.


“O BNDES é insubstituível, mas a queda do juro traz mais estabilidade financeira para que as empresas busquem outras fontes de financiamento, incluindo captações externas e debêntures de infraestrutura (que são isentas de IR) no mercado interno. Os estrangeiros também aportarão nos projetos, o mundo está muito líquido. O que temos hoje não é falta de crédito e, sim, falta de projetos.”

 
Venilton Tadini, presidente-executivo da Abdib
Fonte: O Globo